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INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO EM LICENCIATURAS EM NÍVEL DE GRADUAÇÃO-SANDUÍCHE

ESTUDANTES DE LICENCIATURA PODEM RECEBER APOIO PARA ESTUDAR EM PORTUGAL POR UM ANO.

Veja maiores detalhes no site:http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/4452-programa-promove-intercambio-de-ate-210-estudantes-de-graduacao-com-portugal
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ENSINO MÉDIO EM DEBATE

Ministério da Educação convida a sociedade para discutir mudanças nas Diretrizes Curriculares Nacionais A revisão do currículo do ensino médio é uma das demandas mais urgentes da educação brasileira. Considerado, por especialistas e pelo próprio ministro da Educação, Fernando Haddad, como o "elo frágil da educação básica", o ensino médio passa por uma crise de identidade e não atrai a juventude, especialmente nas camadas mais baixas da sociedade. Afinal, devemos preparar nossos jovens para o mercado do trabalho ou para a universidade?Talvez a resposta não esteja em nenhuma destas alternativas e sim na integração destas hipóteses. Segundo, Juarez Dayrell, professor da UFMG e coordenador do Observatório da Juventude da universidade, é preciso encarar, de fato, o ensino médio como uma etapa final da educação básica de um cidadão, como preconiza a LDB Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9394/86). "Precisamos preparar o aluno para diferentes visões de mundo tendo a ciência, o trabalho, a cultura e a tecnologia como eixos centrais de conhecimento."Wanda Engel Aduan, presidente do Instituto Unibanco, reforça a teoria de Dayrell. "Na sociedade do conhecimento, o jovem precisa de uma formação multidisciplinar que o prepare para encarar a fase adulta. Não é apenas uma questão se o ensino deve ser propedêutico ou profissionalizante. A formação deve considerar estes dois lados."O ensino propedêutico, modelo predominante na educação média brasileira, é aquele organizado com o objetivo principal de levar o aluno a um nível mais avançado de aprendizagem. É um ensino preparatório. Uma porta de entrada para o ensino superior. Contudo, a realidade hoje observada é que este papel não vem sendo cumprido. Segundo o IPEA (dados da PNAD, 2007), 69% dos jovens de 18 a 24 anos não frequentam a escola, sendo que somente 13% estão no ensino superior."Pensar no ensino médio como etapa final de formação, significa que precisamos preparar estes jovens para o mundo do trabalho", explica Wanda. "Isso não quer dizer que todo o ensino médio deve ser profissionalizante, mas sim que o currículo deve considerar a formação do jovem para o trabalho também como eixo estratégico."Dentro do Ministério da Educação, a questão vem sendo discutida como prioridade. Para Carlos Artexes Simões, coordenador de concepção e orientação curricular da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, é preciso debater o projeto pedagógico do ensino médio com urgência. "A escola média precisa fazer uma mudança da sua organização curricular para atender às especificidades dos sujeitos e aos conhecimentos que devem ser adquiridos nessa etapa educacional", explica.Em evento promovido pelo movimento Todos Pela Educação e pelo Instituto Unibanco sobre a crise de audiência no ensino médio, Artexes sinalizou os pontos centrais da mudança. "Temos defendido que aquilo que dá identidade e as dimensões fundamentais para o ensino médio se estruturam a partir dos eixos do trabalho, da ciência e da cultura"', disse o coordenador do MEC. "Não o trabalho enquanto emprego, mas como a capacidade humana de intervir na realidade."Para discutir o modelo do ensino médio e desenvolver novas diretrizes curriculares para esta etapa da educação, o Ministério da Educação apresenta agora um Projeto de Resolução com propostas de mudanças [veja link para o documento no fim desta matéria] e convida a sociedade para debater a educação brasileira.Uma questão históricaO professor Juarez Dayrell reforça que, aos poucos, estamos transformando a realidade da educação brasileira e é preciso entender o contexto que formatou o ensino médio atual. "É inegável que décadas atrás esta etapa de ensino era voltada para a classe média e alta, para jovens que iriam ingressar na universidade. Era uma espécie de funil social." Essa realidade se transformou a partir dos anos 90, quando as classes mais baixas começaram a acessar este nível da educação.Dado este contexto, percebe-se que a clientela mudou e a escola não se renovou. "Hoje, esta etapa da educação não está adequada ao mundo do jovem. O estudante [mesmo aqueles sem pretensões de avançar para o ensino superior] sai do ensino fundamental e encontra no médio uma didática basicamente teórica, com matérias separadas, sem ligação com seu cotidiano. A escola acaba pouco contribuindo para a formação de projetos de vida desses jovens", avalia o professor Dayrell.Wanda Engel Aduan explica que algumas leis já começaram a sinalizar a transformação. "No âmbito legal temos avançado. Conquistas como a obrigatoriedade da escolaridade até os 17 anos e a obrigatoriedade da oferta são grandes marcos. Precisamos agora fazer o jovem ter prazer em frequentar a escola."Desafios e expectativasAs Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio constituem um importante instrumento regulador de políticas públicas educacionais na elaboração, planejamento, implementação e avaliação das propostas curriculares das escolas. A revisão e atualização destas diretrizes representam um fundamental marco legal para a mudança do ensino médio.Muitos desafios ainda deverão ser vencidos para reconfigurar sua identidade. Especialistas avaliam que o movimento de revisão curricular é apenas o ponto de partida. "Como eixo teórico, o projeto de revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais é muito interessante. Contudo, precisamos tornar este processo prático. É importante aumentar o montante de recursos investidos para poder provocar qualquer mudança. Hoje em dia a escola está sucateada", comenta Dayrell.Segundo o professor da UFMG, a mudança curricular só será efetiva se mexermos em toda a cadeia. "Não vamos provocar qualquer revolução na educação se não investirmos na formação de bons educadores. Os profissionais de licenciatura saem da faculdade sem saber trabalhar na escola os eixos sugeridos pelo Ensino Médio Inovador, por exemplo. É preciso garantir que o modelo chegue na ponta."Wanda Engel Aduan insiste na importância da questão sobre formação para o mundo do trabalho. Segundo a especialista, é preciso encarar este ponto como fundamental neste processo de discussão e revisão curricular. "A passagem do jovem pelo ensino médio se caracteriza pela preparação para a fase adulta. Ser adulto é ter autonomia. E ter autonomia é ter renda. Não podemos deixar de fora desta etapa a questão do trabalho."Debate público A Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação vem promovendo, há algum tempo, uma série de audiências públicas que visam abrir os debates para subsidiar a revisão e atualização das Diretrizes Curriculares Nacionais para todas as etapas e modalidades da Educação Básica. Agora é a vez do currículo do ensino médio ser revisado.A próxima audiência para debater as propostas está programada para o próximo dia 4 de outubro, a partir das 9h30, no auditório Professor Anísio Teixeira (Av. L2 Sul, Quadra 607 Brasília-DF).As audiências públicas são uma oportunidade para a participação da sociedade civil. A partir dos debates, será constituído um Projeto de Resolução com as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio - para confirmar presença, entre em contato:liaricci@mec.gov.br.Rodrigo Bueno / Portal Busca Jovem
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ESCOLAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA PARTICIPANTES DO PIBID/UESB


MUNICÍPIO DE JEQUIÉ

Instituto de Educação Régis Pacheco – IERP

Colégio Luis Viana Filho


MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Escolas Estaduais

Centro Territorial de Educação Profissional da Região de Vitória da Conquista

Colégio da Polícia Militar

Escolas Municipais

Escola Municipal Cláudio Manoel da Costa
Escola Municipal José Mozart Tanajura
Escola Municipal Frei Serafim do Amparo
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Subprojetos aprovados no Programa PIBID/UESB, do Campus de Jequié


Subprojeto de Biologia
Micorrede ensino-aprendizagem-formação: um diálogo com os saberes e experimentos da área de ciências Biológicas
Coordenadora Profa. Ana Angélica Leal Barbosa

Subprojeto de Matemática
Problematizando o Ensino de Matemática: trabalho articulado na microrrede ensino-aprendizagem-formação
Coordenadora Profa. Ms. Inês Angélica Freire

Subprojeto de Letras
O processo formativo do professor de Língua Portuguesa na microrrede ensino-aprendizagem-formação
Coordenadora Profa. Dra. Adriana Maria de Abreu Barbosa

Subprojeto de Pedagogia
O processo formativo do pedagogo e a escola de educação básica: microrrede ensino-aprendizagem-formação
Coordenadora Profa. Ms. Daniele Farias Freire Raic

Subprojeto Licenciaturas da UESB e a interdisciplinaridade em educação do campo
Coordenadora Profa. Dra. Fátima Moraes Garcia


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Subprojetos aprovados no Programa PIBID/UESB, do Campus de Vitória da Conquista


Subprojeto de Letras para o Ensino Fundamental
Coordenadora Profa. Dra. Éster Maria Figueiredo Souza

Subprojeto de Física
A experimentação inclusa na microrrede de ensino aprendizagem: formação por meio de materiais alternativos.
Coordenador Prof. Dr. Luizdarcy de Matos Castro

Subprojeto de Matemática para o Ensino Médio
Coordeandor Prof. Ms. Flaulles Boone Bergamaschi

Subprojeto de Matemática para o Ensino Fundamental
Coordeandor Prof. Ms. Wallace Juan Teixeira Cunha
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